quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Nem tudo o que parece, é...
O Príncipe Encantado encontra-se com a Branca de Neve e pergunta-lhe:
- "Seu belo pénis, meu Príncipe", responde ela.E, desolado, o Príncipe Encantado continua a procura:
- "Quer casar comigo?"
- "Claro, majestade", responde a amiguinha dos Sete Anões.
Então o Príncipe Encantado tira o seu membro para fora e pergunta-lhe:
- "Você sabe o que é isto?"
- "Seu belo pénis, meu Príncipe", responde ela.E, desolado, o Príncipe Encantado continua a procura:- "Vou-me embora. Preciso de uma mulher inocente".
O Príncipe Encantado vai então à casa da Gata Borralheira e pergunta-lhe:
- "Quer casar comigo?"
- "Quer casar comigo?"
- "Claro que sim", responde a bela enteada.O Príncipe Encantado faz a mesma coisa que fez com Branca de Neve, mostrando-lhe o membro:
- "Seu pénis viril, meu Príncipe", responde ela.
- "Vou-me embora. Exijo uma mulher casta para minha esposa.", reclama o Príncipe.
Então o Príncipe Encantado encontra o Capuchinho Vermelho na floresta e pergunta-lhe:
- "Quer casar comigo?"
- "Claro, sua Alteza", responde a rapariga.Então o Príncipe Encantado repete o ritual e pergunta-lhe, tirando o pénis para fora:
- "O que é isto que trago aqui?", pergunta à Capuchinho Vermelho.
- "Isso é uma minhoquinha, meu Príncipe", responde ela.
Maravilhado com a cândida e inocente Capuchinho Vermelho o Príncipe Encantado casa-se com ela. Na noite de núpcias o Príncipe diz para Capuchinho:
- "Isto que trago aqui é um pénis, meu amor." Ao que ela responde:
- "Não, meu belo Príncipe. Isso é uma minhoquinha. Pénis era o do Lobo Mau."
domingo, 6 de novembro de 2011
November Rain
O som da música ilimitada, o cheiro das pingas de chuva, o toque dos dedos seguindo as notas, os ritmos, as paragens e as mudanças. Exaltada no meio da quietude, consegue sentir o sabor de cada lembrança. Não travou no seu andamento, nem economizou nos sorrisos… As texturas de Novembro são únicas, mostraram novamente uma nostalgia, por fora continua racional, dentro in verso. Casaria neste mês, numa capela no meio do deserto, com esta música de entrada, onde seria ela a primeira a chegar, só para dar azar, porque talvez assim no meio do infortúnio, com discussões e desilusões, copos partidos e derrames de lágrimas, estariam juntos. Neste modo, nunca iriam pedir um relógio com um ponteiro que salte as horas difíceis, nada seria escrito à risca e a história não ficaria em branco…
Nem mesmo a chuva fria, dura para sempre.
Subscrever:
Comentários (Atom)



